A gente entende porque já viveu.
Checkfy nasceu de uma história real.
Tudo começou com uma noite.
No começo de 2025, em São Paulo, uma mulher marcou um encontro com alguém que conheceu por um app de relacionamento. Parecia uma pessoa normal. Perfil completo, fotos verificadas, conversa boa. Ela foi.
O que aconteceu naquela noite mudou tudo. Não virou estatística porque teve sorte. Mas quase virou. Depois, descobriu que ele já tinha passagem por agressão contra outras mulheres. A informação estava lá, pública, em tribunais. Só que ninguém nunca tinha consultado.
Ela tentou usar outros serviços pra verificar antecedentes. Pagou caro, esperou dias, e quando o relatório chegou as informações estavam incompletas e desatualizadas. Tribunais faltando, dados inconsistentes, nenhuma fonte oficial. Frustração atrás de frustração.
Foi aí que ela decidiu: se ninguém fez isso direito pra mulheres, eu vou fazer. Não como um serviço burocrático de despachante. Não como uma consulta fria de advogado. Como aquela amiga que fala “espera, deixa eu verificar antes de você ir”.
Assim nasceu a Checkfy.
Mais que uma consulta. Uma rede.
A Checkfy é um app de segurança feminina que consulta antecedentes criminais, cíveis e protetivos em segundos. 27 tribunais, mais de 5.570 municípios, fontes oficiais do governo. Tudo em um relatório que chega em 90 segundos no seu celular.
Mas a Checkfy não é só uma consulta. É uma rede. Guardiãs que recebem alerta se você não voltar do encontro. Timer de segurança. Botão de emergência. Tudo que a gente queria ter tido naquela noite.